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Laerte Cordeiro Consultoria em Recursos Humanos
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Abril, 2012

Laerte Leite Cordeiro (*)

O QUE HÁ DE NOVO EM INOVAÇÃO?

Em verdade não há muito que se falar de inovação, salvo que esse sempre foi o objetivo de qualquer empresa ou organização que tenha pretendido ganhar um lugar ao sol em seu mercado ou ampliar suas vantagens competitivas e sua participação no ambiente comercial no qual se insere.

É evidente, por outro lado, que um mundo em constante mudança como esse no qual atualmente vivemos faz com que o que sempre foi um objetivo das empresas, se transforme agora em uma estratégia fundamental para sobrevivência, sem cuja adoção pode nem mesmo ser possível manter-se no mercado.

É preciso, em conseqüência, que as organizações estejam continuamente pensando em como serem diferentes no amanhã, com novos produtos, processos, produtos, preços e pessoas, que lhes permitam mudar de uma situação estabelecida e, às vezes, por demais confortável, para outra mais arriscada e de mais dúvidas, mas de mais adequação às mudanças sociais, tecnológicas e econômicas que vão ocorrendo no planeta.

ARRISCAR E INOVAR
Se inovar sempre foi um objetivo das empresas através dos tempos, agora criar coisas novas, mudar o que existe, arriscar e experimentar passa a ser uma necessidade para não se deixar ficar no tempo e não ser engolida na voragem das transformações que acontecem no mundo a cada segundo.

Ocorre que organizações são pessoas e são as pessoas que inovam e mudam. É gente que inventa novas tecnologias, sistemas, processos e produtos que vão fazer a diferença num mundo que espera avidamente por coisas novas. São as pessoas que devem entender que nos dias atuais há uma expectativa geral de inovação e que devam estar preparadas psicológica e tecnicamente para serem agentes e pacientes da mutação geral.

São essas pessoas aquelas que terão a maior contribuição nesse mundo novo e que as empresas deverão procurar para montar e manter os seus quadros e as suas equipes. O recrutamento e a seleção devem estar atentos à competência para inovar, como característica básica das pessoas a trazer para dentro de casa . As atividades de treinamento e desenvolvimento devem se preocupar com a preparação das pessoas da organização para que aceitem e possam participar do constante e contínuo esforço de mudança.

O Coaching, por sua vez, deve ser uma atividade prioritária na preparação de pessoas para a inovação e, num processo permanente, deverá criar uma mentalidade de mudança, para introdução e aceitação de novas realidades. O estilo de liderança tem que deixar a autocracia e o paternalismo de lado, uma vez que tais comportamentos de chefia não conduzem à condição necessária da liberdade para arriscar e errar. E que quem não arrisca e às vezes não erra, jamais será um inovador.

INOVAÇÃO VEM DE CIMA
À cúpula diretiva das empresas, com o nome que tiver, de Conselho, Governança, Presidência, Diretoria, Dono, ou outros, incumbe, como grandes maestros, instilar na organização o “vírus” da mudança contínua e da inovação, fazendo com que os olhos de todos estejam sempre voltados para o horizonte futuro e criando as condições para um contínuo e generalizado processo de desenvolvimento.

Os executivos dos níveis de mando intermediários devem ser os grandes comandantes da atitude de mudança e de inovação na organização, tirando do conceito teórico e filosófico e fazendo acontecer o processo dinâmico e prático de que tanto carecem as empresas nos dias atuais.

Haverá empresas e organizações que não percebam que a mudança está no ar? Claro que sim. E certamente poderão viver até com relativo sucesso, durante quem sabe ainda muito tempo. Mas aquelas que pretendam cavalgar a crista da onda, assumindo lideranças e garantindo sua presença no futuro, estas serão aquelas que tiraram a venda de seus olhos e ainda em tempo viram a nova verdade dos tempos.

Inovar, afinal, não é mais uma opção. É uma necessidade fundamental e prioritária para o desenvolvimento da raça humana, dos países, das empresas e das pessoas.

(*) Laerte Leite Cordeiro, é Diretor Geral da Laerte Cordeiro Consultores em Recursos Humanos em São Paulo, atuante em Outplacement, Coaching e Executive Search. Abril/2012.
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